terça-feira, 18 de setembro de 2007

segunda-feira, 30 de julho de 2007

8ª série A

Espero o trabalho de vocês com carinho! mãos a obra!!!!!!!!

8ª série A

Galera espero o trabalho com carinho para me saborear lendo! Vamos lá!

8ª série B

Aproveitem este espaço e escreva um pouco sobre o trabalho da equipe..

8ª série B

Comente um pouco sobre o tema da sua equipe! Vamos lá!!!!

quinta-feira, 26 de julho de 2007

8ª série C

Comente o trabalho de vocês! Boa sorte....


terça-feira, 29 de maio de 2007

O homem tem o mundo em suas mãos, só depende dele preservar ou continuar destruindo!

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Natureza em fúria

quarta-feira, 2 de maio de 2007

O QUE VOCÊ PODE FAZER







*Apóie e participe de iniciativas e ações contra a destruição de nossas florestas. *Pressione governos e empresas a substituírem a energia negativa (petróleo, nuclear e grandes hidrelétricas) por energia positiva (solar, eólica, pequenas hidrelétricas, biogás). *Economize energia. Compre aparelhos mais eficientes (classificação A) e troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Apague luzes desnecessárias. *Utilize mais o transporte coletivo e a bicicleta. Revise o seu carro periodicamente e use combustíveis de transição, como o álcool e o biodiesel. *Evite o desperdício de água. Em áreas sujeitas a secas, armazene água da chuva. *Exija da sua prefeitura sistemas eficientes de drenagem urbana, coleta e tratamento de esgotos. *Informe-se sobre as habitações ambientalmente corretas, que aproveitam água da chuva, usam a energia do sol para iluminação e aquecimento, e têm climatização natural. *Ajude a recuperar as áreas verdes de sua cidade, a mata ciliar na beira dos rios e nascentes, com espécies nativas. *Só compre móveis feitos com madeira certificada pelo FSC e pressione a prefeitura do seu município a aderir ao programa Cidade Amiga da Amazônia.

Gelo do Ártico pode derreter 30 anos antes do previsto




Oceano no topo do mundo pode ficar sem ou quase sem calotas no verão até 202


WASHINGTON - A capa de gelo do Ártico está derretendo muito mais rápido do que o esperado e cerca de 30 anos antes do que o previsto pelo Painel Intergovernamental de Mudança Climática, disse nesta terça-feira, 1, um especialista em gelo norte-americano.

Isso significa que o oceano no topo do mundo pode ficar sem ou quase sem gelo no verão até 2020, três décadas antes do que as previsões mais sombrias do painel, que eram de 2050.

A ausência de gelo no Oceano Ártico durante o verão seria um grande estímulo ao aquecimento global, disse Ted Scambos, glaciologista do Centro Nacional de Neve e Gelo no Colorado.

"No momento...o Ártico ajuda a manter a Terra fria", disse Scambos em entrevista por telefone. "Sem esse gelo do Ártico, ou com muito menos, a Terra vai aquecer muito mais rápido".

Isso porque o gelo reflete luz e calor. Quando ele desaparece, a terra ou mar muito mais escuros absorve mais luz e calor, fazendo com que seja mais difícil para o planeta esfriar, mesmo no inverno, disse ele.

"Parece que estamos no ritmo cerca de 30 anos antes do esperado para alcançar um estado em que não temos gelo no mar ou pelo menos não muito no final do verão no Oceano Ártico", disse ele.

Ele disse que não tem dúvidas de que isso é causado em grande parte por gases do efeito estufa na atmosfera, que segundo ele é a única coisa capaz de mudar a Terra em escala tão grande por tantas latitudes.

Mas ele acredita que o aquecimento contínuo é inevitável nas próximas décadas. "A longo prazo e para os próximos 50 anos, acho que até mesmo o novo relatório vai concordar que teremos um bom aquecimento", disse Scambos.

terça-feira, 1 de maio de 2007

O que será do nosso planeta!

Como impedir um aquecimento global exagerado?




Cientistas e engenheiros defendem que a solução para o aquecimento global exagerado está no desenvolvimento de tecnologias energéticas que emitam menos dióxido de carbono. Entre as mais pesquisadas atualmente estão a fissão nuclear, células combustíveis de hidrogênio, desenvolvimento de motores elétricos e também o aprimoramento de motores à combustão pela diminuição do consumo e pela diversificação de substâncias combustíveis. No Brasil, ganha destaque o desenvolvimento de matrizes energéticas de origens vegetais, como o etanol, o biodiesel e também o Hbio.

Quais são os maiores emissores


Os maiores emissores de gases responsáveis pelo efeito estufa são Estados Unidos, União Européia, China, Rússia, Japão e Índia. Entre essas nações, os Estados Unidos - responsáveis por cerca de 36% do total mundial - lideram as emissões tanto em termos absolutos como per capita. Entre 1990 e 2002, os EUA aumentaram em 15% o nível de emissão de gases, chegando a 6 bilhões de toneladas ao ano. Para efeito de comparação, todos os países membros da UE emitiram, juntos, cerca de 3,4 bilhões em 2002. A China, terceira colocada no ranking, emitiu 3,1 bilhões de toneladas.


O que é o



O efeito estufa é o fenômeno natural pelo qual a energia emitida pelo Sol - em forma de luz e radiação - é acumulada na superfície e na atmosfera terrestres, aumentando a temperatura do planeta. De suma importância para a existência de diversas espécies biológicas, o efeito estufa acontece principalmente pela ação de dióxido de carbono (CO2), CFCs, metano, óxido nitroso e vapor de água, que formam uma barreira contra a dissipação da energia solar. A maioria dos cientistas climáticos crê que um aumento na quantidade desses gases provoca uma elevação da temperatura da Terra.

Os efeitos são sentidos.



Antes do esperado, o fenômeno
começou a mudar vida na Terra

Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kioto




Mesmo havendo dúvidas sobre sua importância e causas, o aquecimento global é percebido pelo grande público e por diversos líderes políticos como uma ameaça potencial. Por se tratar de um cenário semelhante ao da tragédia dos comuns, apenas acordos internacionais seriam capazes de propôr uma política de redução nas emissões de gases estufa que, de outra forma, os países evitariam implementar de forma unilateral. Do Protocolo de Kioto a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foram ratificadas por todos os países industrializados que concordaram em reduzir suas emissões abaixo do nível registrado em 1990. Ficou acertado que os países em desenvolvimento ficariam isentos do acordo. Contudo, President Bush, presidente dos os Estados Unidos — país responsável por cerca de um terço das emissões mundiais, decidiu manter o seu país fora do acordo. Essa decisão provocou uma acalorada controvérsia ao redor do mundo, com profundas ramificações políticas e ideológicas.

Para avaliar a eficácia do Protocolo de Kioto, é necessário comparar o aquecimento global com e sem o acordo. Diversos autores independentes concordam que o impacto do protocolo no fenômeno é pequeno (uma redução de 0,15 num aquecimento de 2ºC em 2100). Mesmo alguns defensores de Kioto concordam que seu impacto é reduzido, mas o vêem como um primeiro passo com mais significado político que prático, para futuras reduções. No momento, é necessária uma analise feita pelo IPCC para resolver essa questão.

O Protocolo de Kioto também pode ser avaliado comparando-se ganhos e custos. Diferentes análises econômicas mostram que o Protocolo de Kioto pode ser mais dispendioso do que o aquecimento global que procura evitar. Contudo, os defensores da proposta argumentam que enquanto os cortes iniciais dos gases estufa têm pouco impacto, eles criam um precedente para cortes maiores no futuro.

Fonte: www.jornaldomeioambiente.com.br